Politicando
Chico Filho confirma que não dará posse a Caio Bebeto; ‘Só se a justiça determinar’
Vereador reforçou que justiça determinou apenas o afastamento de Siderlane Mendonça
O presidente da Câmara de Vereadores de Maceió, Chico Filho (PL), confirmou de forma objetiva que não dará posse ao suplente do PL na Casa, Caio Bebeto, enquanto a justiça eleitoral não determinar que ele assuma o posto.
Ao jornalista Abidias Martins, Chico deixou claro que não irá executar nenhuma ação que não for determinada pela justiça. “A decisão não manda dar posse ao suplente, manda apenas afastar o titular. Tudo tem que ser observado, se a justiça determinar a posse do suplente, deveria estar na decisão. Como não está, subtende-se que não deveria ser dado posse, e é isso que estou seguindo”, disse.
O vereador disse ainda, sem citar o nome do vereador afastado Siderlane Mendonça (PL), que o regimento da Câmara prevê que qualquer vereador pode se afastar por até 180 dias da casa sem a necessidade de convocar o seu suplente imediato.
“Falei que no nosso regimento existe a previsão de que o parlamentar pode ficar afastado 120 dias sem chamar o suplente. Também pode se afastar sem chamar o suplente por 90 dias, prorrogáveis por mais 90”, afirmou.
A postura de Chico joga ainda mais pressão sobre o suplente Caio Bebeto e o seu pai, deputado Cabo Bebeto (PL), que buscam a posse nos bastidores e na justiça. A presença de Caio na Casa de Mário Guimarães é essencial para os planos eleitorais de Cabo Bebeto em 2026.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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