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Nome de Aldo Rebelo ganha força entre eleitores antipetistas como candidato à presidência

Ex-ministro de Lula e Dilma foi elogiado por militantes de direita após discutir com ministro do STF

26/05/2025 18h06
Nome de Aldo Rebelo ganha força entre eleitores antipetistas como candidato à presidência

Após os recentes episódios em que se desentendeu com o ministro Alexandre de Moraes, durante audiência da ação penal que investiga tentativa de Golpe de Estado, o ex-ministro alagoano Aldo Rebelo ganhou ainda mais notoriedade nas redes bolsonaristas.

Rebelo já havia rompido com a esquerda e se alinhado há alguns anos a setores ruralistas, de orientação conservadora, desde que deixou o PCdoB, partido ao qual foi filiado por 40 anos.

Arrolado como testemunha de defesa do almirante Almir Garnier, um dos réus do chamado ‘núcleo crucial’ da ação penal, Aldo discutiu rispidamente com o ministro do STF Alexandre de Moraes, que preside as oitivas. E a postura do ex-ministro de Lula em ‘peitar’ Moraes causou espanto e admiração nos críticos do magistrado.

Nas redes sociais, militantes bolsonaristas já comentam que, caso a inelegibilidade de Bolsonaro não consiga ser revertida até as eleições presidenciais de 2026, deveria ser Rebelo o nome apoiado pelo ex-presidente.

Antenado no que ocorre nas redes, Aldo tem intensificado as críticas ao STF nas redes sociais desde o entrevero com Moraes. Em um vídeo recente, recortado de uma palestra, Aldo afirma que não existe mais “um STF, mas 11 STFs diferentes, porque cada cabeça pensa de uma forma”.

Atualmente, Rebelo é o articulador do Congresso nacional do MDB, que deve orientar os rumos do partido para as eleições do ano que vem. Internamente, ele e uma boa parte da legenda são favoráveis ao rompimento com Lula e o lançamento de uma candidatura própria em 2026.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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