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Se ficar em Brasília, Renan Filho pode integrar núcleo político central de Lula

Apesar de ter declarado que vai disputar governo de Alagoas, ministro pode continuar na capital federal

17/07/2025 18h06 - Atualizado em 17/07/2025 18h06
Se ficar em Brasília, Renan Filho pode integrar núcleo político central de Lula

A informação vem de um importante interlocutor, com trânsito livre em Brasília: se decidir não voltar para disputar o governo de Alagoas, Renan Filho pode assumir posição central no governo Lula durante sua reeleição.

É sabido que o presidente quer um time que continue na esplanada dos ministérios até o final do seu mandato - motivo pelo qual teria convidado outros nomes para compor o primeiro escalão, com a condição de não disputarem as eleições.

Embora tenha avisado a Lula que pretende concorrer ao governo do seu estado, Filho pode mudar de decisão se houver um acordo com Paulo Dantas e Marcelo Victor, e um nome de consenso seja escolhido para disputar o cargo.

Neste caso, o ministro poderia mudar de pasta, passando a integrar o núcleo político central de Lula durante sua reeleição. Uma das possibilidades é o ministério da Casa Civil, se o atual ministro Rui Costa disputar o senado pela Bahia.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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