Politicando
TRE rejeita ação de Rodrigo Cunha e mantém mandato de Paulo Dantas
Gestor havia sido denunciado por segundo colocado na disputa eleitoral de 2022 pelo programa Alagoas Sem Fome
O pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) rejeitou pelo placar de 4x3, na sessão da última segunda-feira (21), uma ação apresentada pelo então candidato ao governo do estado Rodrigo Cunha, durante as eleições de 2022.
Na petição, a chapa de Cunha acusava a chapa encabeçada por Paulo Dantas e Ronaldo Lessa de distribuição irregular de 317 mil cestas básicas em período eleitoral, pelo programa Alagoas Sem Fome.
Na sessão, que começou empatada em 3x3, foi lido o último voto proferido pelo desembargador Rodrigo Prata - favorável a Dantas. O caso agora segue para apreciação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ainda sem data para julgamento.
É a segunda ação proposta por Cunha que sofre derrota na corte eleitoral alagoana, com o mesmo placar. Em 2024, uma outra ação, desta vez direcionada ao programa Escola 10, também foi rejeitada por 4x3.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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