Politicando
Lula lidera com folga disputa pela reeleição em Alagoas, diz pesquisa
Levantamento ouviu mais de 2400 eleitores em 40 municípios de todas as regiões do estado
Embora tenha sua gestão rejeitada pela maioria do eleitorado em vários estados brasileiros, o presidente Lula (PT) ainda é o favorito nas eleições de 2026, pelo menos em Alagoas. É o que registra mais uma pesquisa realizada em todo o estado.
Mesmo em um cenário onde a pesquisa inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível de acordo com o TSE, Lula abre uma boa margem à frente de todos os seus adversários .
Os números são os seguintes:
Lula (PT) - 45%
Bolsonaro (PL) - 25,5%
Ciro Gomes (PDT) - 4,5%
Tarcísio de Freitas (Rep) - 3%
Kassab (PSD) - 0,25%
Nenhum deles - 11,5%
Não sabe/Não respondeu - 10,25%
Já quando a pergunta é sobre rejeição, Jair Bolsonaro lidera o cenário:
Bolsonaro (PL) - 32%
Lula (PT) - 22%
Kassab (PSD) - 3%
Ciro Gomes (PDT) - 2,5%
Tarcísio de Freitas (Rep) - 2%
Nenhum deles - 11,5%
Não sabe/Não opinou - 27%
O governo de Lula também é mais aprovado do que reprovado, conforme o levantamento, entre o eleitorado alagoano. 47,5% dos entrevistados afirmaram aprovar o governo Lula, contra 37% que afirmaram reprovar.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Falpe, entre os dias 5 e 15 de julho, e entrevistou 2.482 pessoas em 40 cidades de todas as regiões de Alagoas. O intervalo de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos. Os números foram divulgados originalmente no blog da jornalista Vanessa Alencar.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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