Politicando
Cinco nomes, poucas vagas: família Caldas vive clima de expectativa em torno de 2026
Além de JHC, sua esposa Marina Cândia, o pai João Caldas, a mãe Dra Eudócia e o irmão Dr JAC querem disputar as urnas
Ainda que harmonizada após as recentes vitórias em Brasília, a família Caldas vive internamente um clima de ‘disputa’ pela possibilidade de concorrer às eleições em 2026.
Isto porque muitos dos familiares cresceram e hoje são detentores de mandato - ou cresceram e mesmo sem mandato, vêem a chance de vitória nas urnas no ano que vem cada vez mais real.
Hoje, JHC (prefeito de Maceió) e sua mãe, Eudócia Caldas (senadora) detêm mandato. No entanto, a primeira-dama Marina Cândia, o pai de JHC, ex-deputado João Caldas, e até mesmo o irmão do prefeito, o médico João Antônio Caldas, o JAC, aparecem como possíveis nomes que irão às urnas.
Eudócia pode voltar à condição de suplente de senador, assim como foi de Rodrigo Cunha por 6 anos - agora, de Arthur Lira. Ou até mesmo disputar um mandato como deputada estadual.
João Caldas, por sua vez, deseja retornar à Câmara Federal - já tem até um partido para chamar de seu, o DC.
No entanto, o objetivo de JC pode bater de frente com o de sua nora, Marina Cândia, que deve disputar o mesmo cargo - ou até mesmo do seu outro filho, JAC, que disputou a Câmara em 2022 e por pouco não conseguiu se eleger.
Segundo interlocutores, não há clima de disputa - além de haver o respeito pela decisão hoje que tem o maior peso, a do prefeito JHC. Porém, em maior ou menor escala, todos têm desejo de disputar as eleições e se movimentam neste sentido.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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