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Paulão é cobrado por Sinteal após apoio tímido a movimento grevista na educação estadual

Setores já falam em procurar outro nome para a Câmara em 2026

12/08/2025 17h05 - Atualizado em 12/08/2025 17h05
Paulão é cobrado por Sinteal após apoio tímido a movimento grevista na educação estadual

Historicamente apoiado por setores sindicais do PT em suas campanhas eleitorais, o deputado Paulão teve sua imagem ‘arranhada’ junto aos sindicalistas que enfrentaram recentemente uma greve da educação estadual, além de momentos de embate com o governador Paulo Dantas.

Na avaliação de alguns dirigentes em reservado, Paulão teve atuação demasiadamente discreta na defesa do movimento grevista e dos trabalhadores, além de não ter intercedido junto a Dantas quando este resolveu cortar o ponto dos grevistas.

Embora tenha declarado publicamente através de um vídeo em suas redes sociais o apoio aos grevistas, como representante dos sindicalistas o deputado não dialogou diretamente com o governo, o que segundo alguns setores enfraqueceu o poder de negociação do movimento.

As críticas internas ao deputado ocorrem no mesmo momento em que o deputado vê sua influência no governo do estado diminuir, por conta da derrota eleitoral do seu grupo nas eleições internas da sigla. Paulão deve perder as indicações do PT no estado para o atual presidente, Ronaldo Medeiros.

Claro, a crise entre as partes não chega a ser irreversível, mas é um prenúncio que mesmo que considere sua reeleição para a Câmara Federal e suspenda o projeto de ser senador, o experiente deputado terá que refazer o diálogo com a parte descontente do movimento sindical.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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