Politicando
Ronaldo Lessa pode disputar mandato de deputado estadual em 2026
Mandato na ALE seria uma saída honrosa para o experiente político
Considerada uma saída honrosa a quem contribuiu muito para o estado, ganha força nos bastidores a tese de que o vice-governador Ronaldo Lessa (PDT) possa ser um dos nomes do governo para ocupar um mandato de deputado estadual em 2026.
Seria uma espécie de ‘despedida’ ao veterano político, que foi governador, deputado estadual, deputado federal, vereador e prefeito de Maceió. Para candidatar-se, o vice-governador teria que renunciar ao seu mandato até o final de abril do ano que vem.
Caso vá a frente, o projeto passa por algumas questões que precisam ser resolvidas - inclusive a montagem de uma chapa que permita ao PDT conseguir elegê-lo, ou até mesmo uma mudança de legenda, o que é pouco provável.
Politicamente, Lessa está fora do jogo da sucessão estadual. O nome do seu grupo para o governo do estado deve mesmo ser o ministro Renan Filho (MDB), e pela força da lei não é mais permitido que ele seja o vice. Resta a alternativa de candidatar-se ou encerrar a carreira política em 2026, como vice-governador.
Atualmente, Ronaldo tem 76 anos e sofre com crises de enxaqueca que já lhe fizeram buscar tratamento fora do estado, e causaram algumas licenças médicas. Em 2026, terá 77 anos.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
Arquivos
Últimas notícias
Dia Nacional do Turismo: Maceió destaca avanços e crescimento no setor
Sobrinho de Marcelo Victor entra na briga por uma vaga na Câmara Federal
Justiça mantém revisão do IPTU, mas decisão expõe crise entre Prefeitura da Barra e moradores
Ex-prefeito de União preserva laço com Renan Calheiros apesar de JHC
