Politicando
Nomes do ‘Grupo dos suplentes’ podem embarcar em peso no PV em 2026
Encontro entre suplentes de deputado estadual e Sílvio Camelo ocorreu durante posse dos novos petistas nas pastas do governo
Quem foi à posse dos novos secretários do PT no Palácio Zumbi dos Palmares, ocorrida na última terça (26), pôde ver que estão esquentando as articulações políticas para as chapas proporcionais em 2026.
Por lá, estavam o deputado Sílvio Camelo e alguns dos integrantes do chamado ‘grupo dos suplentes’ (já falamos sobre isso aqui), em um papo que pode ser indício do destino dos envolvidos nas urnas.
Camelo é o articulador de nomes do PV que vão integrar a chapa da federação composta pela sua sigla, o PCdoB e o PT. E segundo os bastidores da política, está dialogando com alguns dos nomes do grupo dos suplentes, como o ex-deputado Davi Maia (União) e Leo Loureiro (MDB).
Ou seja, um movimento possível é que Davi e Léo - além de outros integrantes do grupo, como o ex-deputado Tarcizo Freire - entrem no PV para a disputa de vagas na Assembleia Legislativa. Só lembrando, a chapa da federação já tem Sílvio e Ronaldo Medeiros como deputados.
Se isso ocorrer, a chapa da federação se torna uma espécie de ‘chapão da morte’, já que teria dois deputados de mandato, três suplentes com alta capacidade de desempenho nas urnas, além de nomes como a vereadora Teca Nelma e o comunista Charles Hebert, que foram bem nas urnas em 2024.
Publicamente, os abraços e os sorrisos são a tônica dos encontros. Mas as calculadoras trabalham a todo vapor, porque 2026 é logo ali.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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