Politicando
Deputado alagoano integra conselho de ética que vai julgar Eduardo Bolsonaro
Fábio Costa disse ao 7Segundos que não cederá a ‘pressões’ no seu voto
Único alagoano integrante do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, o delegado Fábio Costa (PP) será um dos responsáveis pelo julgamento do deputado Eduardo Bolsonaro (PL), auto exilado nos EUA desde fevereiro deste ano.
A comissão abriu um processo protocolado pelo PT na última terça (23), em que pede a perda do mandato de Eduardo por quebra de decoro parlamentar e questiona a sua atuação nos EUA, contra os interesses do país. O delegado Marcelo Freitas (União-MG) foi escolhido como relator.
Costa disse que vai se basear nos autos para proferir o seu voto. “Tratarei este caso com seriedade, respeito à Constituição e ao regimento. A decisão é colegiada, e meu voto se baseia no que está nos autos e no direito de defesa”, afirmou.
O deputado disse ainda que não vai ceder a pressões e vai atuar sem torcida. “Não antecipo desfecho nem cedo à pressão por cassação ou suspensão, pois qualquer resultado precisa de prova, defesa e voto responsável. Minha postura é clara e pública, com legalidade e transparência, sem torcida e sem perseguição”.
Segundo informações de Brasília, há uma tendência pela suspensão do mandato do deputado, e não pela cassação como quer a representação do PT. Os partidos de centro esquerda são minoria na comissão.
Qualquer decisão tomada pelo conselho, terá que ser referendada depois pelo plenário da Câmara.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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