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JHC atribui vazamento do caso IPREV a ministro de Lula, e pode romper relações

Informação de Brasília é que foi ministro das comunicações que vazou detalhes

01/10/2025 17h05 - Atualizado em 01/10/2025 17h05
JHC atribui vazamento do caso IPREV a ministro de Lula, e pode romper relações

Um ‘telefone sem fio’ - notícia que corre à boca miúda nos bastidores da política, mudando pequenos detalhes em relação à sua versão inicial, e que ninguém sabe ao certo de onde veio, pode ser responsável pela primeira crise entre o presidente Lula e seu novo aliado em Alagoas, o prefeito JHC (PL).

A informação que chegou aos ouvidos do prefeito é de que teria sido o ministro das Comunicações de Lula, Sidônio Palmeira, o responsável pelo vazamento, com informações restritas, do caso das operações com recursos do Iprev feita pela prefeitura de Maceió.

Se for quente, a notícia pode azedar a relação entre o presidente e JHC, que deve a Lula a sua contrapartida após sua tia, a procuradora Marluce Caldas, deixando o PL e filiando-se a um partido da base do governo - que todos sabem que será o PSB.

Nos bastidores, aliados e oposicionistas se revezaram nas teorias sobre o suposto acordo entre o presidente e o prefeito. Muitos ex-aliados dizem que JHC tem prazo para ‘trair’ Lula - este seria então o mote perfeito para uma ruptura.

O fato é que, por enquanto, o prefeito segue sem se manifestar sobre esse assunto e atuando dos dois lados - construindo chapas proporcionais que servirão tanto ao PL quanto ao PSB.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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