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Projeto que eleva fundão eleitoral de 1 para 4,9bi é de Isnaldo Bulhões

O alagoano é o relator do orçamento de 2026

02/10/2025 17h05 - Atualizado em 02/10/2025 17h05
Projeto que eleva fundão eleitoral de 1 para 4,9bi é de Isnaldo Bulhões

Relator do Orçamento para o ano de 2026, é do deputado alagoano Isnaldo Bulhões (MDB) a instrução normativa que aumenta o Fundo Eleitoral de 1 para 4,9 bilhões de reais, nas eleições de 2026. O valor inicial estava previsto na proposta de orçamento enviada pelo executivo à comissão mista que analisa o tema.

A ideia foi levantada durante a reunião do colegiado, realizada na última terça (30). Bulhões afirmou que a proposta é ajustar o valor para que ele seja semelhante ao disponibilizado nas eleições municipais de 2024.

Ainda segundo o relator, o aumento será bancado em sua maioria por recursos que seriam destinados às emendas parlamentares. As chamadas emendas de bancada vão repassar 2,9 bilhões para o fundo. O restante do valor será bancado pelo executivo, e deverá ser retirado de despesas não obrigatórias.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que orienta a construção do orçamento de 2026, deve ser apreciada em sessão conjunta do congresso na próxima terça-feira (7). Após sua aprovação, Isnaldo passará a construir a Lei Orçamentária Anual (LOA).

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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