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Rose Davino deve migrar para Republicanos para ‘ajudar’ Davi Davino ao Senado

Deputada está no PP, mas pode ir para o partido do filho para fortalecer seu nome

03/10/2025 14h02 - Atualizado em 03/10/2025 17h05
Rose Davino deve migrar para Republicanos para ‘ajudar’ Davi Davino ao Senado

Atualmente no PP de Arthur Lira, a deputada Rose Davino - que é mãe do ex-deputado Davi Davino - deve migrar para a mesma legenda do filho, o Republicanos, e ajudá-lo a disputar as eleições para o Senado em 2026.

Indo para a sigla, Rose medirá forças com o decano da ALE, deputado Antonio Albuquerque. No entanto, dizem os analistas, uma chapa com ambos teria boa chance de terminar com os dois eleitos para mais um mandato na Casa de Tavares Bastos.

Davino precisa jogar força no Republicanos, para garantir que o partido resista à pressão pela sua retirada da disputa. Os dois principais postulantes ao Senado, Renan Calheiros (MDB) e Arthur Lira (PP) já deram declarações públicas de que não gostariam da sua candidatura.

Em público, Davi vem reafirmando que é candidato ao senado, e que tem total apoio do presidente nacional do seu partido, deputado paulista Marcos Pereira. No entanto, Pereira tem excelente relação com Arthur Lira, e o contato com os Calheiros tem aumentado desde que negociou-se uma federação entre o Republicanos e o MDB.

A mudança de Rose para o Republicanos impacta também a chapa de estaduais do PP, que gostaria de manter os quatro deputados que tem atualmente, até mesmo aumentando este número com a entrada de novos nomes competitivos.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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