Politicando
AL é o estado que mais reduziu a fome no Brasil, diz Ministério
Estado venceu prêmio Brasil Sem Fome, reduzindo em mais de 30 pontos insegurança alimentar
O estado de Alagoas venceu o Prêmio Brasil Sem Fome, uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Social, na modalidade Redução da Insegurança Alimentar e Nutricional nos estados.
O resultado, ainda preliminar, mostra que o estado foi o que mais reduziu a insegurança alimentar dentre os nordestinos, em medição referente aos anos de 2023 e 2024.
O que impressiona é o nível de redução alcançado pelo estado nesses dois anos; em 2022, o indicativo apontava que 36,7% da população vulnerável do estado estava em estado de insegurança alimentar e/ou nutricional. Ao final de 2024, este índice havia caído para 5% - uma regressão de 31,7 pontos em dois anos.
Além de vencer o prêmio em relação aos estados do nordeste, Alagoas também foi o estado que mais avançou neste indicador em todo o país, ficando à frente dos vencedores das outras regiões.
O Prêmio Brasil Sem Fome foi instituído pelo governo Lula para incentivar os estados e municípios a adotarem boas práticas e concentrarem investimentos na redução da fome e da miséria no país.
A premiação leva em consideração fatores como a integração entre os setores que atuam na área; o alcance socioterritorial; a atenção à diversidade e à inclusão no âmbito das ações e a promoção da autonomia dos impactados pelas ações.
Neste último ítem, ganham destaque os programas de transferência de renda promovidos pelo governo estadual, como o Cartão Escola 10, o Cartão Cria, o programa do Leite e o programa Alagoas Sem Fome.
Na última sexta (17), o governador Paulo Dantas comemorou em suas redes sociais a conquista do estado. “Este prêmio é a prova de que nossas políticas públicas stão transformando a realidade das famílias. Saímos de 36,7% para 5% de insegurança alimentar grave porque colocamos as pessoas mais vulneráveis no centro das nossas ações", disse.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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