Politicando
Marina Cintra (ex-Dantas) tenta caminho jurídico para concorrer a ALE em 2026
Como ex-esposa do governador, sua candidatura é vedada pela lei eleitoral
Ex-primeira-dama do estado, Marina Cintra (novo sobrenome adotado recentemente, no lugar do Dantas) ainda não tem segurança jurídica sobre a validade de sua candidatura em 2026 - ela pretende candidatar-se à deputada estadual.
Isto porque, segundo advogados ouvidos pelo 7Segundos, a candidatura de Marina a qualquer cargo com a permanência de Paulo Dantas como governador é vedada pela lei eleitoral.
Mesmo separada oficialmente do governador, segundo juristas, se o ato de separação foi oficializado durante este mandato de Paulo Dantas, Marina automaticamente é considerada inelegível pela justiça eleitoral. Eles anunciaram o divórcio em junho de 2024.
Pela lei, a única possibilidade de Marina ser liberada para candidatar-se é caso o governador renuncie ao seu mandato até o prazo legal de seis meses antes das eleições - no caso, 4 de abril de 2026. Ainda assim, a ex-primeira-dama não pode candidatar-se ao mesmo cargo do ex-marido.
Marina tem se movimentado politicamente no sentido de viabilizar sua candidatura, no entanto o imbróglio jurídico de sua condição lhe impede de publicar qualquer declaração a respeito.
O melhor cenário, para a ex-primeira-dama, seria que Paulo Dantas descumprisse o que diz em seguidas declarações públicas, de que vai cumprir o mandato de deputado até o final, e renunciasse para concorrer nas eleições - o que a liberaria também para as urnas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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