Politicando
Lira sobe o tom contra traficantes e pede que Lula ajude governadores
A publicação do deputado acontece poucos dias após uma operação no Rio que mirou facções criminosas
O deputado federal Arthur Lira usou suas redes sociais para subir o tom contra criminosos envolvidos com tráfico de drogas. Na publicação, o ex-presidente da Câmara Federal pediu que o presidente Lula (PT) ajude os governadores no combate às facções criminosas.
“É preciso tratar as coisas como elas são. Pessoas que espalham o medo pelo país, inclusive pela minha Alagoas, portam armamento pesado e de uso restrito, viciam nossos jovens, ocupam territórios e extorquindo a população e tiram a vida de pessoas de bem e corajosos policiais”, escreveu.
“Esses são verdadeiros terroristas e têm que ser tratados como tal. É urgente que os governos federal e estaduais atuem em parceria, com inteligência e com tolerância zero contra o crime”, finalizou o deputado.
As falas contra o crime organizado acontecem poucos dias após uma megaoperação contra traficantes no Rio de Janeiro que resultou em mais de 100 mortos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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