Politicando
Federação PT-PV-PCdoB articula chapa para ALE que pode fazer até 5 eleitos
Nomes fortes impulsionam formação da chapa do partido de Lula no estado
Se todas as articulações em torno da formação da chapa de federação Brasil da Esperança funcionarem como esperado, é possível que o grupo tenha uma das maiores bancadas da ALE em 2026 - as contas apontam para até cinco eleitos, num cenário mais otimista.
Isto porque a tendência é que o PT entre forte, com nomes que já foram testados nas urnas e entram com boas possibilidades. Ronaldo Medeiros, atual presidente da sigla e um dos campeões de voto em 2022, deve bater números ainda mais altos. O mesmo se espera de Teca Nelma, mulher mais votada de Maceió nas últimas eleições municipais.
Já o PV, do líder Sílvio Camelo, alinha nomes ainda mais competitivos: além do próprio Sílvio, que deve ter votação mais alta que em 2022, Leo Loureiro (suplente do chapão do MDB em 2022, apesar dos mais de 28 mil votos) e Davi Maia (suplente do União Brasil, com mais de 24 mil votos) são fortes concorrentes.
Além deles, o PV pode contar ainda com Ângela Garrote, ex-deputada pelo PP, que conforme apurado com exclusividade pelo 7Segundos pode deixar o ninho progressista e tentar uma nova sigla em nome da sobrevivência política.
Por fim, o PCdoB, que negociava seu apoio em peso para Teca Nelma, em troca da vaga na Câmara Municipal de Maceió para Charles Hebert, atualmente primeiro suplente da chapa, pode considerar voltar a participar da disputa, com o próprio Charles e outros nomes.
Se todos os cenários se confirmarem, e os demais candidatos também obtiverem boas performances, é possível que o grupo conquiste quatro vagas, brigando pela quinta - que colocaria a federação como a segunda ou terceira maior bancada da ALE a partir de 2027.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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