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Federação PT-PV-PCdoB articula chapa para ALE que pode fazer até 5 eleitos

Nomes fortes impulsionam formação da chapa do partido de Lula no estado

17/11/2025 17h05 - Atualizado em 17/11/2025 18h06
Federação PT-PV-PCdoB articula chapa para ALE que pode fazer até 5 eleitos

Se todas as articulações em torno da formação da chapa de federação Brasil da Esperança funcionarem como esperado, é possível que o grupo tenha uma das maiores bancadas da ALE em 2026 - as contas apontam para até cinco eleitos, num cenário mais otimista.

Isto porque a tendência é que o PT entre forte, com nomes que já foram testados nas urnas e entram com boas possibilidades. Ronaldo Medeiros, atual presidente da sigla e um dos campeões de voto em 2022, deve bater números ainda mais altos. O mesmo se espera de Teca Nelma, mulher mais votada de Maceió nas últimas eleições municipais.

Já o PV, do líder Sílvio Camelo, alinha nomes ainda mais competitivos: além do próprio Sílvio, que deve ter votação mais alta que em 2022, Leo Loureiro (suplente do chapão do MDB em 2022, apesar dos mais de 28 mil votos) e Davi Maia (suplente do União Brasil, com mais de 24 mil votos) são fortes concorrentes.

Além deles, o PV pode contar ainda com Ângela Garrote, ex-deputada pelo PP, que conforme apurado com exclusividade pelo 7Segundos pode deixar o ninho progressista e tentar uma nova sigla em nome da sobrevivência política.

Por fim, o PCdoB, que negociava seu apoio em peso para Teca Nelma, em troca da vaga na Câmara Municipal de Maceió para Charles Hebert, atualmente primeiro suplente da chapa, pode considerar voltar a participar da disputa, com o próprio Charles e outros nomes.

Se todos os cenários se confirmarem, e os demais candidatos também obtiverem boas performances, é possível que o grupo conquiste quatro vagas, brigando pela quinta - que colocaria a federação como a segunda ou terceira maior bancada da ALE a partir de 2027.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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