Politicando
Remi Filho silencia sobre empresário preso dentro da Prefeitura de Murici suspeito de corrupção ativa
O empresário é acusado de receber vantagens indevidas em contratos públicos
O prefeito de Murici, Remi Filho (MDB), preferiu se manter em silêncio sobre o empresário preso pela Polícia Federal dentro das instalações da Prefeitura com R$270 mil em espécie. Segundo a Polícia, o empresário é acusado de cometer corrupção ativa.
Diogo Andrade foi preso pela PF enquanto aguardava na sala do secretário de Finanças para uma reunião particular com o chefe da pasta.
A prisão levantou questionamentos quanto aos contratos firmados entre a Prefeitura de Murici e a empresa da qual Diogo é sócio. Ainda segundo a PF, a empresa de Diogo possui contratos milionários com a gestão de Remi Filho e estaria recebendo vantagens indevidas.
No momento da prisão, além da quantia de dinheiro em espécie, o empresário estava com anotações que podem indicar como funcionava o esquema.
O portal 7Segundos procurou a assessoria de comunicação do prefeito para se pronunciar acerca das denúncias, mas o gestor preferiu não se manifestar. Também não foi emitida nenhuma nota oficial pela Prefeitura.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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