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Partido de Lira não bateu martelo sobre apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro

No início desta semana, o filho do ex-presidente apresentou seu projeto de país para os presidentes do PP e do União Brasil

10/12/2025 13h01
Partido de Lira não bateu martelo sobre apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro

A Federação União Progressista (União Brasil e PP), da qual o deputado Arthur Lira detém forte influência, ainda não bateu o martelo sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República em 2026.

Em um jantar com os presidentes do PP e do União Brasil no início desta semana, Flávio Bolsonaro apresentou seu projeto de governo, mas ainda não conseguiu convencer seus aliados.

Segundo o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL), a federação não fechou apoio de imediato, mas garantiu que haverá uma discussão interna mais aprofundada sobre 2026.

Vale lembrar que o União Brasil já tem um pré-candidato à Presidência para o próximo ano: o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

A ideia é que os principais nomes da direita fechem questão sobre o apoio ao filho do ex-presidente Bolsonaro.

Arthur Lira não se posicionou publicamente sobre o nome de Flávio, mas vem atuando nos bastidores em prol da redução das penas de Bolsonaro no processo que julgou a Trama Golpista.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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