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Marina Candia é direita ou esquerda? veja o posicionamento da primeira-dama de Maceió

Com pretensões eleitorais para 2026, Candia evita rótulos e aposta na neutralidade política

06/01/2026 12h12 - Atualizado em 06/01/2026 12h12
Marina Candia é direita ou esquerda? veja o posicionamento da primeira-dama de Maceió

A primeira-dama de Maceió, Marina Candia, abriu o jogo sobre o espectro político com o qual se identifica. Durante entrevista, Candia apostou em um caminho que pode deixá-la “de bem” com os dois lados, ou passar como “isentona”.

Com pretensões eleitorais para 2026, Marina Candia tem calculado todos os seus passos a fim de obter êxito nas urnas. Com a disputa acirrada pelo Senado — caminho que pode ser adotado por Candia — a primeira-dama escolheu se manter neutra.

Questionada pelo UOL se era de direita, esquerda ou centro, Marina Candia rechaçou esse tipo de “categorização” e disse: “Acredito que a política precisa abrigar pessoas bem-intencionadas, capazes de transformar vidas”.

Vale lembrar que Marina é casada com o prefeito JHC, presidente do PL em Alagoas. O partido abriga o bolsonarismo desde as eleições de 2022, quando o ex-presidente recebeu o apoio de JHC no 2º turno.

Mesmo ligado a Bolsonaro, JHC não participou de nenhum ato ou evento ligado ao bolsonarismo, muito menos defendeu o ex-presidente em momentos considerados críticos para aliados.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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