Politicando
JHC articula Marina Candia como suplente em chapa de Gaspar ou Lira ao Senado
Com a entrada de Alfredo Gaspar na disputa pelas duas vagas, a primeira-dama deve ocupar a suplência para fortalecer o grupo político
O prefeito de Maceió, JHC (PL), estuda emplacar a primeira-dama, Marina Candia, como suplente na chapa de Arthur Lira (PP) ou de Alfredo Gaspar (União Brasil) para o Senado em 2026. A estratégia foi discutida em uma reunião recente entre o trio de aliados.
No encontro, JHC teria confirmado a intenção de disputar o Governo de Alagoas, enquanto os deputados federais selaram o projeto rumo ao Senado.
Anteriormente, o nome de Marina era cotado para encabeçar uma candidatura própria ao Senado, mas o novo cenário do grupo rearranjou as peças.
Segundo interlocutores, a suplência é vista como uma forma de manter a digital de JHC na chapa majoritária, embora a candidatura de Marina à Câmara Federal ainda não tenha sido descartada.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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