Politicando
Encontro reúne Paulo Dantas e chapa de federais do PSD
Governador deve ser coordenador das candidaturas da sigla em Alagoas
Paulo Dantas reuniu na última segunda-feira (26) o que pode ser o primeiro rascunho da chapa de federais do PSD para as eleições deste ano. O governador assumiu o controle político da legenda após as eleições municipais de 2024, e pretende aumentar a bancada federal da sigla em Alagoas.
Com isso, estiveram no palácio o atual deputado Luciano Amaral, presidente estadual do partido, além do secretário de Relações Federativas, Júlio Cézar; o ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira; o deputado estadual Ricardo Nezinho e seu irmão, vereador Rogério Nezinho; além da ex-vereadora do Pilar Thaís Canuto.
Ricardo, que é deputado estadual, deve lançar a irmã, a vice-prefeita de Arapiraca Rute Nezinho como candidata a uma vaga na Câmara. Além destes, o vereador de Maceió Rui Palmeira, que não estava presente no encontro, deve completar o grupo.
Outros filiados ao PSD também fizeram parte do encontro, como o presidente da junta comercial de Alagoas e ex-vereador de Maceió Joãozinho, o secretário do trabalho do estado, Erik Silveira, e o pastor da Assembleia de Deus, Jacques Balbino.
A expectativa é que este grupo seja a base da chapa de federais do PSD, que tem como objetivo eleger dois deputados nas urnas em outubro - tendo Luciano Amaral como o ‘puxador de votos’ da chapa. Com a reunião, Dantas se lança também como um dos articuladores das chapas proporcionais que disputarão as eleições em outubro.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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