Blog do Roberto Ventura

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Lembranças e saudades dos bons carnavais

22/02/2026 14h02 - Atualizado em 22/02/2026 15h03
Lembranças e saudades dos bons carnavais

As velhas e inesquecíveis orquestras dos bons e inesquecíveis carnavais de rua já não existem. Elas, saem de cena para dá lugar aos trios elétricos e aos famigerados paredões.

Ao invés das marchas carnavalescas, agora a moda é rokin and roll, axé, e outros ritmos musicais que não têm nada a ver com o bom carnaval que era praticado outrora.

Daí a diminuição cada vez mais de foliões - em relação ao passado - ano a ano nos carnavais de rua em Messias. Outro problema que aflige a população e que tem afastado as pessoas do frevo é, além da essência dos festejos carnavalescos, a falta de respeito praticadas por aqueles que se aproveitam da festa para praticarem arruaças e perturbação do sossego alheio.

Devido a bagunça e a falta de respeito generalizadas - dentre outros fatores, é claro - que, muitos vão aos retiros para descansar, meditar e ter a justa paz interior e fugir da baderna que se instalou na cidade.

No carnaval - assim como em outros festejos - marginais travestidos de carnavalescos deitam e rolam sem serem incomodados, o limite para eles, é o céu!

O que se viu em Messias em alguns momentos, nesse carnaval, foi uma acirrada disputa entre paredões, como ocorreu na praça localizada nas proximidades da Câmara Municipal e em outras localidades, no sentido de ver quem tocava mais alto ou quem tinha o som mais potente, enquanto isso, a população, o cidadão de bem que precisa de seu merecido descanso; que se dane; para esses, o que importa é bagunçar sem e preocupar com o sossego, a paz e a tranquilidade - que já não existe - dos outros.

Apesar do bom trabalho exercido pelos abnegados policiais militares, isso não tem sido suficiente para coibir essas práticas delituosas, até porque, o número de policiais é insuficiente para coibir tais delitos.

Em Messias, é o famoso liberou geral, ou seja, ninguém é de ninguém, não se respeitam as leis, não se tem respeito às autoridades e muito menos aqueles que não apreciam a festa de momo, e quem paga a conta são as pessoas de bem, idosos, enfermos, trabalhadores, donas de casa etc.

Ou se coibi essas práticas criminosas com energia, com determinação ou a situação que já não está boa, tende a piorar a cada dia. Que as autoridades civis e militares revejam essa situação que, diga-se de passagem, é uma situação, eu diria, de calamidade pública, porque, os arruaceiros, delinquentes insistem em infringir as leis na pequena e acolhedora cidade de Messias, e o bom carnaval, é coisa do passado.

Sobre o blog

Roberto Ventura: Bel. em   Ciências Sociais ( Cientista Político),   Jornalista, Radialista, Pós-graduado em Assessoria de Comunicação e Marketing, cursou Marketing Político, Ex-Arbitro de Futebol Profissional

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