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Chapa do PL se mantém estagnada e corre risco de perder nomes para outras siglas

Última reunião dos grupos ocorreu em 28 de janeiro

26/02/2026 17h05 - Atualizado em 26/02/2026 18h06
Chapa do PL se mantém estagnada e corre risco de perder nomes para outras siglas

Embora seja um dos grupos mais fortes nas eleições deste ano, a ausência de movimentação eleitoral no PL já começa a preocupar os pré-candidatos da sigla para a ALE e Câmara Federal.

Isto porque dirigentes da sigla pouco tem conversado com os membros do grupo ou realizado encontros para articular o fechamento da chapa, especialmente de deputados estaduais, ainda com muitas pontas soltas. São necessários 30 candidatos no grupo que disputa a ALE.

Na chapa de federais, o clima não é diferente. Em reservado, pelo menos um dos nomes fechados com o partido já acenou com a possibilidade de mudar de sigla diante da estagnação atual. Ainda restam conseguir alguns nomes para o fechamento dos 10 titulares que irão disputar o pleito.

Um dos pré-candidatos, em reservado, afirmou que a última reunião do grupo foi em 28 de janeiro, há um mês atrás. E de lá pra cá, não obteve mais nenhuma informação a respeito das articulações pré-eleitorais.

Nos bastidores, a informação é que o encontro realizado em 28 de janeiro teria sido uma resposta de JHC ao ato da semana anterior, quando esteve em um ato com Lula e teria falado em ‘pacto’ com o ex-presidente.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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