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Kassab em AL: “PSD vai dialogar por cargo de vice de Renan Filho”

Estratégia do dirigente nacional do PSD é a de garantir força para a legenda no pós Paulo Dantas

03/03/2026 17h05 - Atualizado em 03/03/2026 18h06
Kassab em AL: “PSD vai dialogar por cargo de vice de Renan Filho”

Presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab revelou no último domingo (1) planos ousados para a sua sigla nas eleições deste ano em Alagoas - o mais importante deles: quer a vaga de vice-governador na chapa de Renan Filho ao governo.

“Vamos dialogar respeitosamente, sem impor, mas um partido que tem o governador do estado, que não vai disputar a reeleição, que não vai disputar o Senado, é natural que busque uma representação na chapa, nesse caso indicando o vice”, disse.

Analisando friamente, a lógica de Kassab faz sentido. No entanto, dependendo da dinâmica da eleição para o governo e principalmente, quem será o adversário de Renan Filho, pode ser mais importante a indicação tradicional de um vice vindo do segundo maior colégio eleitoral de Alagoas.

Uma outra estratégia kassabista, no entanto, é pra inglês ver: é improvável que a sigla faça três deputados federais, como o presidente verbalizou no encontro. Isto porque é bem difícil que, com os nomes postos atualmente, o partido chegue perto dos 400 mil votos para garantir a vaga.

Experiente e ‘malandro’ na seara política, essa parte da conversa de Kassab pareceu aquela velha motivada nos candidatos, para que todos acreditem que sim, é possível.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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