Politicando
PDT de Ronaldo Lessa vai lançar chapa de deputados estaduais
Sigla confirmou que vai construir grupo para disputar um mandato na ALE
Após viagem a Brasília, o vice-governador Ronaldo Lessa voltou a Alagoas com muitos projetos na mala - dentre eles, a intenção de lançar uma chapa genuína de deputados estaduais da sigla nas eleições de outubro.
A missão, dada pelo presidente nacional Carlos Lupi, não é considerada das mais fáceis. Em números, são necessários 30 candidatos - sendo 30% deles de gênero diferente dos outros 70%, normalmente preenchidos por mulheres.
O partido tem bons nomes, que serão testados nas urnas este ano - com destaque para a secretária Kátia Born, que deve deixar a Seades dentro do prazo legal, e do jornalista Alexandre Câmara, que deve tentar uma vaga na ALE disputando sua primeira eleição.
Dentro da estratégia trabalhada pelo PDT, a chapa de estaduais deverá puxar o nome de Lessa, que constrói sua candidatura ao Senado no mesmo grupo político de Renan Calheiros. O projeto do vice-governador é ser o candidato de esquerda ao Senado no estado.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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