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‘Chapão da morte’ do MDB em 2026 é mais pesado que o de 2022

Partido ganha mais nomes de peso e pretende superar marca de quatro anos atrás, quando fez 14 deputados

31/03/2026 17h05 - Atualizado em 31/03/2026 18h06
‘Chapão da morte’ do MDB em 2026 é mais pesado que o de 2022

Conhecido em 2022 como o ‘chapão da morte’, pelo alto número de votos que cada candidato teve que obter para conseguir o mandato na ALE, a chapa do MDB para as eleições deste ano promete ser ainda mais competitiva do que há quatro anos, quando elegeu nada menos do que 14 dos 27 deputados estaduais.

Após uma nova rodada de adesões à sigla, realizada nesta segunda (30), analistas e a turma da contabilidade política já cogitam que o partido faça de 16 a 18 deputados estaduais - o que significam dois terços da Casa.

Desta vez, o partido trouxe para suas fileiras o deputado estadual André Silva, vindo do Republicanos - e aguarda até o fim da janela por Lelo Maia, apalavrado e resolvendo os últimos detalhes de sua saída do União Brasil.

Além deles, outros nomes sem mandato - mas igualmente pesados vão se juntar à chapa. Marcos Beltrão, irmão do presidente da AMA Marcelo Beltrão; Lucas Barbosa, advogado e filho de Luciano Barbosa; Henrique Chicão, suplente de André Silva no Republicanos; além de Guilherme Lopes, filho do prefeito de Penedo Ronaldo Lopes - muito bem votado em 2022.

A lista ainda tem Hugo Wanderley, ex-prefeito de Cacimbinhas; Paulinho Mendonça, considerado o ‘candidato oficial’ de Paulo Dantas; e Cícero Cavalcante, liderança da região norte do estado, pai da deputada Flávia Cavalcante.

Todos eles se juntam aos atuais mandatários, todos em busca da reeleição: Marcelo Victor, Alexandre Ayres, Cibele Moura, Ricardo Nezinho, Fátima Canuto, Remi Calheiros, Dudu Ronalsa, Inácio Loyola, Breno Albuquerque e Gilvan Filho.

Sobre o blog

O objetivo do blog é analisar a conjuntura política na capital e no interior de Alagoas.

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