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PP deve apresentar chapa para a ALE com sete deputados estaduais e nomes fortes

Chapa organizada por Arthur Lira pode contar com a segunda maior bancada da Assembleia

01/04/2026 17h05 - Atualizado em 01/04/2026 18h06
PP deve apresentar chapa para a ALE com sete deputados estaduais e nomes fortes

Principal concorrente do grupo majoritário da Assembleia liderado pelo MDB, o PP deve lançar chapa competitiva para a disputa de vagas na Casa de Tavares Bastos em outubro.

Atualmente com quatro deputados estaduais, a sigla deve elevar nesta janela para sete o número de parlamentares de mandato, que vão buscar a reeleição. Além da permanência de Fernando Pereira, Gabi Gonçalves e Rose Davino, o partido deve trazer Leonam Pinheiro e Mesaque Padilha do União Brasil.

Breno Albuquerque, atualmente no MDB, conversa com a sigla e também pode aparecer no grupo - assim como Antonio Albuquerque, que procura uma sigla diante da impossibilidade de buscar a reeleição pelo Republicanos.

Além dos deputados, o partido deve contar com mais nomes de peso, que mesmo sem mandato poderão obter êxito nas urnas - casos do delegado Thiago Prado, Tenorinho Malta, Ângela Garrote, Mosabelle Ribeiro e o Pastor Oliveira Lima, vereador da capital.

Ainda podem se juntar ao grupo outros nomes, como o do vereador Davi Empregos e mais um vereador vindo de Arapiraca, para contemplar o agreste.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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