Politicando
Presidente do PT quer ser vice de Renan Filho
Ronaldo Medeiros colocou-se como um dos ‘elegíveis’ ao cargo
O presidente do PT em Alagoas, deputado Ronaldo Medeiros, colocou-se como um dos indicados do partido à vaga de vice-governador, caso o MDB direcione o espaço para a legenda, como vem sendo articulado nos bastidores. A informação é do jornalista Edivaldo Júnior.
Medeiros, que está em seu terceiro mandato como deputado estadual, deixaria a ALE e se empenharia na campanha junto a Renan Filho, contemplando assim um espaço para o partido do presidente da República na chapa majoritária.
Como presidente do PT, entretanto, Ronaldo inclui outros nomes numa lista de possíveis indicados, como o do engenheiro Judson Cabral e o da sindicalista Dafne Orion.
No entanto, sem mandato, os dois nomes teriam pouco impacto numa mesa de negociação pelo cargo, considerado estratégico na correlação de forças nesse período pré-eleitoral.
Se for Medeiros o indicado, aí sim, o parlamentar tem uma boa moeda de troca - suas bases eleitorais na disputa por uma vaga na ALE. Considerado um forte nome na chapa da federação, a saída do deputado da chapa poderia abrir espaço para um outro nome petista.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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