Sérgio Cabral, ex-prefeito do Rio, é preso suspeito de liderar esquema que desviou R$225 milhões
Ele foi preso na manhã de hoje (17), no Leblon; Polícia Federal esteve no prédio do político
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral foi preso na Operação Calicute, ligada à Lava Jato, na manhã desta quinta-feira, no Leblon, zona sul da capital fluminense. Mais cedo, a PF (Polícia Federal) esteve no prédio do político. A ordem de prisão partiu do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro.
Ele é suspeito de liderar um grupo que desviou cerca de R$ 225 milhões em contratos com diversas empreiteiras, sendo que R$ 30 milhões são referentes a obras tocadas pela Andrade Gutierrez e a Carioca Engenharia.
Segundo a PF, havia fortes indícios de cartelização de grandes obras executadas com recursos federais mediante o pagamento de propinas a agentes estatais, incluindo o ex-governador.
No total, 230 policiais federais cumprem 52 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva, 3 mandados de prisões temporárias e 14 mandados de condução coercitiva expedidos.
Cabral governou o Estado do Rio de Janeiro entre 2007 e 2014, quando renunciou ao cargo.
A operação foi batizada de Calicute, região da Índia onde o descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral, teve uma de suas maiores tormentas.
Últimas notícias
Lula convida deputados para Índia, mas parlamentares preferem Carnaval
Latam demite piloto preso por estuprar meninas
Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar após laudo de peritos da Polícia Federal
[Vídeo] Família que perdeu casa em incêndio mobiliza campanha para reconstruir imóvel em Arapiraca
Vacina que previne bronquiolite em recém-nascidos chega a Palmeira dos Índios
Colisão entre veículos deixa motoqueiro ferido na rodovia AL-105
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
