Ciro diz que não tem mágoas do PT e pede que eleitores votem sem ódio
'O voto não é ferramenta de ódio, mas de construção', afirma candidato
No último dia da campanha eleitoral, o candidato do PDT ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes, disse que não guarda mágoas do PT e lamentou que a marca da disputa presidencial tenha sido a "confrontação odienta".
Em carreata em Fortaleza, neste sábado (6), ele disse que o país ainda tem tempo de achar o caminho do equilíbrio, desarmar uma bomba e "permitir que o Brasil se proteja do salto no abismo do fascismo".
"Mágoa? Que negócio de mágoa?", afirmou ao ser perguntado sobre a relação com os petistas.
Em conversas reservadas, no entanto, o pedetista tem manifestado mágoa em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que atou para evitar um apoio do PSB à candidatura do presidenciável do PDT.
"O voto não é ferramenta de ódio, mas de construção. O ódio sem causa sonegar violência. Um lado destruindo o trabalho do outro", criticou.
Para ele, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas eleitorais, é despreparado e não tem humanidade.
"É além de despreparado, porque não administrou nem um botequim dos pequenos. Ele não tem humanidade e representa a segregação, o preconceito e a violência", disse.
O candidato afirmou ainda que Bolsonaro "representa tudo de atrasado que, no passado, deu no flagelo nazifascista que matou mais de 50 milhões de pessoas no mundo, que foi o Hitler e o Mussolini".
Caso seja eleito presidente, Ciro disse que sua primeira medida será "desratizar o Palácio do Planalto" e compor uma equipe ministerial acabando com a "roubalheira".
"Eu vou unir a família brasileira. Não vou fazer entendimento politiqueiro ou lotear os ministérios", disse.
Neste sábado, Ciro ainda fará uma caminhada em Sobral, no interior do Ceará, onde construiu sua carreira política.
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