Ayres garante que reforma do HGE será concluída em março
Secretário ainda disse que unidade trará atendimento com mais qualidade para a população
O secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, garantiu, nesta segunda-feira (21), que as reformas que estão sendo feitas na maior unidade de emergência de Alagoas, o Hospital Geral do Estado (HGE), serão concluídas em março. Com isso, segundo o gestor, as intervenções irão trazer um atendimento de maior qualidade e humanizado para a população, além de melhorar as condições de trabalho para todos os servidores da unidade.
As reformas no HGE, que atualmente atende apenas casos de emergências, não são apenas estruturais, pois a unidade também está recebendo investimentos tecnológicos e assistenciais para aprimorar o atendimento à população alagoana.
É importante ressaltar que, a mudança na porta de entrada da unidade foi extremamente importante para que o hospital deixasse de ser sobrecarregado com casos de pequena complexidade de urgências, que podem ser atendidos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
“Até o final de março, nós iremos entregar uma grande reforma do Hospital Geral do Estado, que já deixou de ser hospital de urgência e hoje é somente um hospital de emergência, pois temos muitas UPAs na região metropolitana que nos possibilitou tomar essa decisão. Por isso, estamos humanizando o hospital e transformando ele em um hospital mais resolutivo e com melhores condições de trabalho para os profissionais e, acima de tudo, com uma condição melhor para atender o cidadão alagoano”, relatou Ayres.
De acordo com o gestor estadual da Saúde, é de extrema importância a humanização no Sistema único de Saúde (SUS) alagoano, e para isso, é necessário que as unidades não fiquem sobrecarregadas, por isso, só em Maceió, foram entregues seis UPAs e dois hospitais em pouco mais de dois anos para que todos tenham acesso a saúde próximo de suas residências.
“Na capital, nós decidimos investir em portas de urgências, que são as UPAs. O Ministério da Saúde determina que a cada 250 mil habitantes deve-se ter uma UPA. Maceió tem em torno de 1,100 milhão de pessoas. Quatro ou cinco UPAs resolveriam a situação da capital, mas, ainda esse mês, vamos entregar a sétima UPA em Maceió. Decidimos e planejamos as construções dessas UPAs para que o cidadão acesse a UPA e, a partir daí, verificando-se que se trata de um caso de emergência, ele seja encaminhado para um de nossos hospitais. Por não ter regulação antes, problemas de baixa e alta complexidade eram encaminhados para o HGE. Por isso, organizamos e atendemos o paciente de acordo com sua complexidade”, salientou Alexandre Ayres.
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