Após suposta ameaça, universitário pede desculpas e diz que vai colaborar com a PF
Em decorrência de todo transtorno ocorrido, a Ufal analisa se o jovem será expulso ou não da universidade
Após a suposta ameaça de massacre realizada por um aluno da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), o estudante do primeiro período do curso de Economia pediu desculpas e disse que vai colaborar com as investigações da Polícia Federal.
Agora, em decorrência de todo transtorno ocorrido, a Ufal analisa se o jovem será expulso ou não da universidade. Em entrevista à TV Ponta Verde, ele disse que a frase foi mal interpretada e que não cometeu crime de racismo, homofobia ou transfobia.
No entanto, na noite dessa quarta-feira (14) viralizaram imagens de conversas em grupos de WhatsApp, nas quais mostram o jovem respondendo uma mensagem de um colega de turma o chamando de "chimpa", ao lado de vários emojis de macaco.
"A frase sobre derramamento de sangue foi dita, mas foi mal interpretada. É que ia ter uma apresentação de diversos grupos, que iam responder a perguntas. Sempre fui um cara muito questionador e disse que ia pegar o elo mais fraco de cada grupo, para apertar com perguntas até sangrar", alegou.
O caso
Nesta noite de terça, começou a circular nas redes sociais informações sobre um estudante da Faculdade de Economia (FEAC) da Ufal, que ameaçou a segurança de seus colegas e professores.
Segundo a denúncia, o jovem começou a compartilhar as informações que desde entrou na instituição. Ele ficou conhecido por seus comentários classificados como preconceituosos e ameaças diretas aos seus colegas e professores.
A Direção da FEAC emitiu uma nota pedindo para que as atividades acadêmicas do dia 15 fossem suspensas e avisando que as providências jurídicas cabíveis já foram tomadas. O documento também diz que a Ufal acionou a Polícia Federal e reforçou a segurança interna para garantir a segurança e tranquilidade de toda a comunidade acadêmica.
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