Custo médio da cesta básica consome quase metade de um salário mínimo em AL
Mesmo assim, o estado é o que tem o terceiro menor número neste quesito do Nordeste
Em Alagoas, o custo médio da cesta básica de alimentos consome quase metade do valor atual do salário mínimo. Para adquirir os itens necessários, o alagoano que recebe os R$ 1.302 precisa desembolsar 44%, cerca de R$ 573, da quantia mensal.
Os dados são do portal Brasil em Mapas, obtidos a partir de pesquisas do DIEESE, Procons estaduais, Unir Porto Velho e a Fecomércio IPF-MT, até março de 2023.
Mesmo utilizando uma fatia grande da renda dos que recebem um salário, a porcentagem em Alagoas é a terceira menor do Nordeste, atrás apenas do Piauí (43%), Maranhão e Sergipe, ambos com 42%; e inferior à média da região, que é de 45,2%.
No ano passado, quando o salário mínimo era de R$ 1.212, o custo médio da cesta básica consumia 51% da renda. À época, a média do NE era de 49,1% e Alagoas tinha a quinta menor porcentagem da região.
Em janeiro, o Governo Federal repassou um aumento de 7,4% no salário, com a promessa de mais R$ 18 em maio deste ano. Os itens, que antes custavam em média R$ 618, hoje passam a valer cerca de R$ 573, mesmo com a inflação.
Na prática, o valor médio da diferença entre os valores de 2022 e 2023 aponta uma possível economia de R$ 81 ao bolso dos alagoanos, que, caso o preço da cesta básica não oscile, pode chegar a R$ 99 com o aumento previsto para o próximo mês.
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