IML coleta material genético de feto para exame toxicológico e de DNA
Material será enviado para análise no Laboratório de Química e Toxicologia Forense do Instituto de Criminalística
A chefia especial do Instituto Médico Legal Estácio de Lima (IML de Maceió) informou na manhã de hoje (12) que a equipe do órgão coletou a placenta do feto encontrado no bairro do Jacintinho para exames complementares. O material será enviado para ser analisado no Laboratório de Química e Toxicologia Forense do Instituto de Criminalística de Alagoas, que poderá definir se algo foi utilizado para provocar o aborto.
Segundo a médica legista responsável pela necropsia, o feto encontrado no último sábado (10), dentro de um córrego na Grota do Cigano tinha aproximadamente entre 16 a 17 semanas de gestação. A médica explicou que o feto pesava apenas 200 gramas, mas que maiores detalhes serão descritos no laudo que ainda será concluído e remetido para o 9º Distrito Policial, responsável pela investigação do achado cadavérico.
O IML de Maceió esclareceu também que foi coletado e ficará guardado na unidade de medicina legal material genético do feto para posterior confronto de DNA para identificação. O exame poderá ser solicitado pela delegacia a partir do momento que seja localizada alguma mulher suspeita de ter feito o descarte do feto.
Últimas notícias
‘Meu mandato sempre estará à disposição dos municípios’, diz Arthur Lira em reunião da AMA
Menina de 6 anos emociona ao ajudar mãe que sofreu AVC
Duas pessoas testam positivo para hantavírus após evacuação de passageiros em navio
Homem trans realiza cirurgia retirada de seios através do SUS, em Maceió
Limoeiro de Anadia entrega 101 títulos de propriedade através do Programa Moradia Legal
Após fiscalização de Leonardo Dias, prefeitura fornece transporte para alunos da Escola Massa
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
