Polícia

Menina de cinco anos é abusada sexualmente dentro de escola particular em Maceió

Suspeita é uma funcionária da unidade escolar que atuava no cuidado direto com os alunos, sendo responsável pelo banho e alimentação das crianças

Por 7Segundos 27/03/2026 13h01 - Atualizado em 27/03/2026 14h02
Menina de cinco anos é abusada sexualmente dentro de escola particular em Maceió
O caso foi registrado como estupro de vulnerável e está sendo investigado pela Delegacia de Combate aos Crimes contra Criança e Adolescente - Foto: iStock

Foi registrado, junto à Polícia Civil de Alagoas, um novo caso de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas cinco anos de idade. O crime teria ocorrido, desta vez, dentro de uma escola particular localizada no bairro Gruta de Lourdes, em Maceió. Segundo o Boletim de Ocorrência (B.O.) registrado pela mãe da criança, e obtido com exclusividade pelo Portal 7Segundos, uma funcionária da unidade teria abusado sexualmente da menina durante o banho. O caso teria ocorrido no último dia 12 de março.

De acordo com o registro no B.O., a criança, uma menina, teria contado para a mãe que uma “tia do banho” a tocou, fazendo movimentos circulares, nas regiões do ânus e da vagina. Em consequência disso, os locais que, segundo a vítima, foram violados durante o abuso, teriam ficado vermelhos, com inchaço, e apresentando lesões.

Diante dos fatos, a mãe procurou a polícia e registrou o B.O. Foi solicitada a realização de exame de corpo de delito, que foi realizado no mesmo dia, no Hospital da Mulher, com encaminhamento do Instituto Médico Legal (IML), para verificar a existência de violência e possíveis vestígios do crime.

Ainda conforme o boletim, a responsável pela criança relatou à polícia que a suspeita é uma funcionária da unidade escolar que atuava no cuidado direto com os alunos, sendo responsável pelo banho e alimentação das crianças. Consta no registro que a mãe afirmou não conhecer a identidade completa da funcionária e que nunca havia tido contato direto com ela. No relato formal, a comunicante declarou que a filha se queixou de dores nas regiões atingidas e que os sinais físicos foram percebidos após o ocorrido. O documento também aponta que o suposto abuso teria acontecido no primeiro dia de aula da criança na instituição.

O caso foi registrado como estupro de vulnerável e está sendo investigado pela Delegacia de Combate aos Crimes contra Criança e Adolescente (DCCCA). Além do procedimento policial, também houve comunicação às autoridades competentes para adoção das medidas legais cabíveis.

Recentemente, outro caso grave também passou a ser investigado no mesmo bairro, envolvendo uma criança autista de seis anos que teria sido vítima de abuso durante atendimento terapêutico. O episódio reforça o alerta sobre a necessidade de fiscalização e segurança em ambientes frequentados por crianças, e a importância da existência de câmeras de videomonitoramento nessas unidades, a fim de resguardar a integridade física e psicológica dos menores.