Saúde

[Vídeo] Alicate de unha pode transmitir doenças se não for esterilizado corretamente

Instrumento pode ter contato com sangue e exige cuidados de higiene e esterilização antes de ser utilizado novamente

Por Giulianna Albuquerque com Danielle Ferro 05/10/2026 16h04 - Atualizado em 05/10/2026 16h04
[Vídeo] Alicate de unha pode transmitir doenças se não for esterilizado corretamente
Louse Lopes, empresária - Foto: Gerson BlaBla/7Segundos

O alicate de unha é um dos instrumentos mais utilizados em salões de beleza. Como entra em contato direto com a pele, o objeto pode ter contato com sangue durante o atendimento, principalmente em casos de pequenos cortes ou ferimentos.

Por isso, a limpeza e a esterilização corretas são fundamentais para evitar a transmissão de microrganismos e reduzir riscos à saúde. O processo começa após o uso do instrumento, que deve ser devidamente higienizado para a retirada de resíduos antes de passar pela esterilização.

Depois da limpeza, o material precisa ser seco e preparado para o processo de esterilização. Após essa etapa, os instrumentos devem ser armazenados de maneira adequada, protegidos de novas contaminações até o próximo atendimento.

Além dos cuidados com os instrumentos reutilizáveis, alguns materiais utilizados nos procedimentos podem ser individuais ou descartáveis. A empresária Louse Lopes explicou à reportagem do 7Segundos como esses cuidados são adotados no salão. 

“A gente tem esse cuidado com relação à esterilização dos materiais que usamos em todas as nossas clientes, desde o palito de unha, que é individual, cada um tem o seu palito, a sua lixa, inclusive seu alicate e sua espátula”, afirmou.

Segundo Louse, as clientes também podem observar como os materiais são apresentados antes do atendimento e questionar o profissional sobre a esterilização. 

“As clientes perguntam: ‘Está esterilizado?’. Elas observam que vem nesse papel grau cirúrgico, que os médicos usam, as clínicas de estética usam, e a gente também usa para dar essa segurança ao cliente na hora do atendimento”, disse.

A embalagem utilizada para proteger o material esterilizado deve estar fechada e sem sinais de violação. Caso apresente alguma falha, a cliente pode questionar se o instrumento passou pelo procedimento adequado. 

“Elas já observam que o papel grau cirúrgico já vem lacradinho. Se vier com alguma falha, ela já pergunta: ‘Está esterilizado ou não?’. Então, a gente tem esse cuidado de realmente esterilizar e fechar bem fechado para não ter nenhum risco de bactérias ou algum tipo desse tipo nos atendimentos.”

Assista a reportagem: