Politicando
Prefeito do Passo não paga salário dos servidores há três meses e compromete serviços essenciais
Relatos apontam que os atrasos são constantes e que desde o início da gestão de Ellisson Santos esse problema é registrado
Servidores públicos da Zona Rural do Passo de Camaragibe estão prestes a completar três meses sem receber seus salários por falta de pagamento. Segundo denúncias, o prefeito Ellisson Santos (Republicanos), desde o início da gestão, enfrenta problemas para arcar com a folha de pagamento.
Sem salários, o cenário entre os servidores é de desespero: contas acumuladas; insegurança alimentar; e serviços em risco.
A crise financeira é acompanhada por um vácuo de fiscalização na Câmara Municipal. Tanto os vereadores da base aliada quanto os de oposição mantêm silêncio sobre o caso, gerando questionamentos sobre a omissão do Poder Legislativo diante do colapso administrativo.
A Prefeitura do Passo de Camaragibe ainda não se manifestou sobre a regularização dos débitos ou sobre a falta de transparência na gestão fiscal. O espaço segue aberto para esclarecimentos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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