Rogério Ferreira
Os políticos, as promessas e a realidade do Estado
Os motivos que levam a essa conclusão é acompanhado, vivido e assistido diariamente pela sociedade. A educação parece não evoluir, as faculdades federais e estaduais, passam, mais tempo paralisadas em greve do que funcionando.
Já as escolas municipais e estaduais em sua maioria são precárias tanto de estrutura física quanto de professores. Todos os anos é preciso entrar em greve, para pedir aumento de salário ou por salários atrasados.
A saúde está na UTI, totalmente parada. Os Hospitais são quase todos particulares e prestam um péssimo serviço ao SUS. Uma das poucas repartições que funciona no Brasil é o serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU). Já as Unidades de Emergências que é a única coisa pública em nosso Estado, não funcionam como deveriam, e sempre estão lotadas, a exemplo aqui de Arapiraca. A maioria dos atendimentos é transferida para o Hospital particular CHAMA, que atende esses pacientes pelo Sistema Único de saúde (SUS), quando deveriam ser realizados todos os procedimentos médicos na Unidade de Emergência do Agreste.
Outra realidade aqui em Arapiraca é as Maternidades que são particulares, a exemplo do antigo Hospital Regional, as Casas de Saúde e Maternidades Afra Barbosa e Nossa Senhora de Fátima, que atendem pelo SUS. Quando na verdade, era para existir maternidade pública. Relacionado à quantidade e o valor de impostos que é cobrado no Brasil. O que já é tema de campanha entre os políticos é a segurança pública, já que o Estado é o mais violento do país, onde até um boletim de ocorrência e complicado confeccionar. O índice de homicídio é assustador, parece que estamos em constante guerra, às famílias vivem trancadas em suas casas, rodeadas de muros altos.
O Instituto de Criminalística (IC), só existe em Maceió, de onde é deslocado para atender o Agreste, Zona da Mata e Sertão, com apenas duas equipes, que muitas vezes levam até 24 horas, para chegar ao local do crime. Já os dois Institutos Médico Legal (IML), é para atender os 102 municípios, um com sede em Arapiraca e outro em Maceió, aumentando ainda mais o sofrimento das famílias das vítimas.
Em Penedo foi até inaugurado um IML, mas nunca funcionou, já em Palmeira dos Índios, chegou a ser construído uma sede para os trabalhos de necropsia, que até hoje está abandonado. As polícias Militar e Civil que atendem nossa região, sofrem com a falta de contingente, armamentos, alojamentos, salários defasados e viaturas, que por sua vez, são quase todas alugadas, na mesma direção as Delegacias, que são residências adaptadas. Essa é a realidade do Estado em ano de eleição
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Radialista e repórter do programa derrubado com Alves CorreiaArquivos
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