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Dinheiro deixado por Célia Rocha só deu para pagar o 13° salário dos servidores

19/01/2017 12h12
Dinheiro deixado por Célia Rocha só deu para pagar o 13° salário dos servidores

Quem não entende os trâmites financeiros de uma prefeitura sempre vai culpar o "dono da cadeira" pelos problemas do município. Em Arapiraca, Rogério Teófilo está sofrendo com uma negligência da gestão anterior. É que os salários referentes ao mês de dezembro do ano passado até agora não foram pagos.

Apesar da ex-prefeita Célia Rocha saber que deveria ter pago o salário referente aos vencimentos de dezembro e décimo terceiro salário dos servidores, o valor deixado pela antiga gestora nos cofres públicos da prefeitura não foram suficientes.

Segundo fontes ligadas a atual gestão, Célia deixou apenas o dinheiro da repatriação, que só deu para pagar o 13° salário.

Nas redes sociais da prefeitura, os servidores cobram o pagamento e já culpabilizam o atual gestor, Rogério Teófilo, pela falta de "transparência".

Segundo a assessoria de comunicação do novo prefeito, ainda esta semana Rogério Teófilo sentará com todas as entidades representativas das categorias que compõem a folha de pessoal da prefeitura e também com a imprensa para divulgar a situação financeira deixada por Célia Rocha.

Ainda segundo nossa fonte, o problema herdado tem causado uma série de cortes de gastos e de pessoal. Para se ter uma ideia, até o momento, apenas os secretários tiveram suas nomeações oficializadas.

Enquanto isso, os servidores já planejam paralisar suas atividades.                        

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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