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Com 15 votos, Luiz Dantas é reeleito para a Mesa Diretora

01/02/2017 17h05
Com 15 votos, Luiz Dantas é reeleito para a Mesa Diretora

Com 15 votos, o deputado estadual Luiz Dantas (PMDB), atual presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), foi reeleito e comandará a Casa de Tavares bastos pelos próximos dois anos. Bruno Toledo (Pros) obteve 11 votos.

“Estou muito feliz e satisfeito com a votação que obtive na tarde desta terça-feira (01). Espero desenvolver a presidência de forma limpa e transparente. Serei o presidente de todos ao 27 deputados estaduais. O poder legislativo melhorou a sua administração. Acredito que estou servindo para alguma coisa. Farei esse mandato com muito mais cuidado”, afirmou o presidente Mesa Diretora.

A votação foi retomada por volta das 16h30 desta quarta (01) com Bruno Toledo (Pros) e Luiz Dantas (PMDB). Como nenhum dos candidatos obteve a maioria absoluta dos votos, 14 votos, a sessão foi retomada e os parlamentares escolheram a presidência da Mesa Diretora em votação secreta.

Para os demais cargos, houve a inscrição de um chapão, composta por: Francisco Tenório (PMN), para 1º vice-presidente, Galba Novaes (PMDB), 2º vice-presidente, e Dudu Holanda (PSD), 3º vice-presidente.

Também compõem a chapa os deputados Marcelo Victor (PSD), 1º secretário, Severino Pessoa (PSC), 2º secretário, Jairzinho Lira (PMDB), 3º secretário, Davi Davino Filho (PMDB), 4º secretário, Marquinhos Madeira (PMDB), 1º suplente, e Thaíse Guedes (PMDB), 2ª suplente.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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