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Miguel Higino deve voltar para política; Ele quer ser deputado estadual

26/06/2017 12h12
Miguel Higino deve voltar para política; Ele quer ser deputado estadual

O ex-prefeito de Campo Grande, Miguel Higino (PP) está voltando para política. Pelo menos é o que garante uma fonte ligada ao ex-gestor.

Miguel que não tentou a reeleição ano passado no município para que o tio Arnaldo Higino (PRB) pudesse voltar a comandar a administração da cidade, quer ser candidato a deputado estadual em 2018. Ele está sendo disputado por dois partidos, o PP, sua atual sigla tenta segurá-lo, mas o PRTB de Adeilson Bezerra vem correndo por fora para tentar “fisgar” o ex-prefeito. Outro motivo que fez Miguel não disputar a reeleição foi o curso de Medicina que ele optou por finalizar no Rio de Janeiro. 

Como reduto eleitoral, Miguel pode contar, além de Campo Grande, com o município de Craíbas, onde ele tem o tio de sua esposa Monique Leite, como prefeito. Higino ainda tem uma boa base formada em Arapiraca.

Na região, Miguel terá a concorrência de dois deputados estaduais que certamente devem disputar a reeleição. Jairzinho Lira (PMDB), de Lagoa da Canoa e Gilvan Barros Filho (PSDB), de Girau do Ponciano.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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