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Rejeição de Teófilo pode complicar eleição de aliados

28/05/2018 16h04
Rejeição de Teófilo pode complicar eleição de aliados

Impressionante a avaliação dos prefeitos. Quase unânime. Maioria com baixa aprovação pode fazer os candidatos majoritários empoderar os opositores. Um exemplo disso é em Arapiraca com o prefeito Rogério Teófilo alcançando 73% de rejeição em sua gestão no município com apenas dois anos de administração.

Esse fato pode acabar refletindo nos candidatos que ele venha a apoiar. Majoritariamente o PSDB ainda não lançou nenhum nome, a não ser apenas o do deputado estadual Rodrigo Cunha, que é pré-candidato ao Senado. Mas como ele mesmo diz faz campanha sem precisar de apoio de prefeito.

Apesar de que na campanha de Teófilo, Cunha desfilava em carro aberto com o agora gestor de Arapiraca.

Além de Cunha, Teófilo deve apoiar o deputado federal Arthur Lira (Progressistas). Este quer ser o mais votado, mas se depender da popularidade do prefeito de Arapiraca ele não vai conseguir êxito, pelo menos em Arapiraca.

O gestor da cidade do Agreste lançou a candidatura do filho Moacir Teófilo para deputado estadual. Algo que vai ser difícil para o novato na política por conta da rejeição do pai.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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