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Collor deve se manter presidente da comissão de relações exteriores no Senado

CRE trata de projetos sobre relações internacionais, comércio exterior e Forças Armadas.

17/12/2018 16h04
Collor deve se manter presidente da comissão de relações exteriores no Senado

Em 2017, o senador Fernando Collor (PTC-AL) foi eleito por aclamação presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Seu objetivo é permanecer comandando as atividades da comissão e para isso já vem articulando sua permanência com os colegas. 

Um dos defensores de sua permanência é o senador Renan Calheiros, que deve ser candidato a presidente do Senado. 

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE)  trata de projetos sobre relações internacionais, comércio exterior e Forças Armadas. Além disso, tem a missão de sabatinar indicados para embaixadas e conceder autorização para o presidente da República e o vice se ausentarem do território nacional.

Uma comissão tranquila e que de presente faz até o senador sair em viagens pelo mundo.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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