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O curioso caso em Alagoas do líder nas pesquisas espontâneas para Senado não ser citado nas pesquisas pagas

No cenário contra grandes e conhecidos nomes da política alagoana um novo líder vem aparecendo e causando murmurinhos

29/03/2022 18h06 - Atualizado em 30/03/2022 07h07
O curioso caso em Alagoas do líder nas pesquisas espontâneas para Senado não ser citado nas pesquisas pagas

Apontado como líder das pesquisas para o Senado, o vereador delegado Fábio Costa vem “desbancando” nomes tradicionais da política alagoana, como do governador Renan Filho, do senador Fernando Collor e do vice-prefeito de Maceió, Ronaldo Lessa. Numa pesquisa realizada recentemente o nome de vereador aparece com mais de 26% das intenções de votos na capital, enquanto Renan aparece com 16% e Collor com 12%.

Esta não é a primeira vez, que o nome do delegado vem aparecendo como o político mais bem “votado” para ocupar a vaga do Senado. O fato mais curioso é que Fábio Costa não é citado nas pesquisas encomendas seja ela por políticos, por empresas que irão trabalhar com os futuros candidatos ou partidos políticos. Isso porque, o vereador foi o mais votado na capital e provavelmente seja uma ameaça aos políticos tradicionais de Alagoas.

Ele já declarou está pronto para o novo desafio, mas reforça que esta é uma decisão do partido. “A política não é tão simples como muitas pessoas imaginam. Eu não posso lançar uma candidatura de maneira independente, sem partido e de maneira avulsa. Eu dependo da definição de um partido político”, falou.

O vereador é ligado ao grupo político do prefeito de Maceió, JHC e do senador Rodrigo Cunha, e apesar de jovem na política, tem se destacado na Câmara de Vereadores de Maceió. Com projetos relevantes, o delegado vereador tem agradado os maceioenses e declara estar pronto para disputar o Senado em 2022.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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