Blog do André Avlis
Repetindo 2012 e sem sustos, CRB é campeão mais uma vez contra o ASA
Pelo jogo de volta da final do Campeonato Alagoano, jogando em Arapiraca, CRB vence o ASA por 2 a 0 e conquista o título

Como um déjà vu.
Pelo segundo jogo da final do Campeonato Alagoano, em Arapiraca, CRB vence o ASA por 2 a 0 e conquista o título. Na primeira partida, em Maceió, Galo havia vencido por 2 a 1.
Alvirrubro repete o que fez em 2012, quando a festa do título foi feita também em Arapiraca e chega agora ao 32º título da competição.
O jogo: Análise
A necessidade de reverter o placar fez o ASA mudar sua postura. Iniciou o jogo com as linhas mais altas e pressionando a saída de bola do CRB. A proposta fez com que o time tivesse mais agressividade e volume de jogo.
O time alvinegro controlou as ações ofensivas a partir da aproximação do setor de meio de campo até a metade da primeira etapa.
No entanto, encontrou um adversário bem postado defensivamente (marcando com duas linhas de quatro), compacto e negando espaços. Tendo em sua proposta a busca pela transição ofensiva a partir de contra-ataques.
A partir dos 30 minutos, houve um certo equilíbrio que perdurou até o fim da etapa inicial.
No segundo tempo, a equipe alvinegra teve pouca efetividade no setor criativo. Foi um time lento e teve uma força ofensiva quase que nula. O técnico Jota tentou modificar o sistema a partir das dobras de laterais para ter mais ofensividade nos corredores laterais. Contudo, não houve eficácia.
O time do técnico Marcelo Cabo controlava a partida a partir de sua organização tática e aproximação de setores para reter a bola. Teve mais posse e mais volume. Tendo a inteligência de jogar contra um time desordenado pela necessidade de se expor e correr atrás do resultado.
Os gols foram marcados num intervalo de quase 10 minutos. Fazendo com o que o jogo ficasse ainda mais tranquilo para quem tinha a vantagem e o controle total das ações.
Mais um título do CRB. Que, sem sustos, foi campeão mais uma vez em Arapiraca.
Opinião: ASA
O time não teve uma boa performance quando precisou ser proativo, modificando seu modelo de jogo.
Encontrou dificuldades e pouca eficácia nas ações ofensivas.
Teve lapsos de bons momentos, mas não teve constância no ritmo que precisou ser imposto.
Ficou clara e nítida a limitação do elenco. Partindo do princípio das poucas alternativas entre peças vindas do banco de reservas para modificar sistema tático ou o cenário do jogo.
Apesar de tudo é necessário parabenizar o que o time conseguiu. Chegar a uma final após todos os problemas e dificuldades não é fácil.
E mesmo sem o título, alguns objetivos foram alcançados.
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