Presidente do ASA representa clubes da Série D em diálogo com a CBF e defende criação da Série E
Pelo modelo proposto, a Série D passaria a contar com 32 clubes classificados da primeira fase, disputando uma segunda fase semelhante à atual Série C
O presidente do ASA, Rogério Siqueira, tem atuado como representante dos clubes da Série D em tratativas com a nova diretoria da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Em nome das agremiações que disputam a quarta divisão do Campeonato Brasileiro, ele destacou a postura respeitosa e aberta ao diálogo por parte da entidade máxima do futebol nacional.
Segundo Siqueira, todos os clubes da Série D foram convidados pela CBF para uma reunião no próximo dia 29 de julho, às 11h, na sede da entidade no Rio de Janeiro. A iniciativa partiu da própria confederação, que arcará com todos os custos da viagem. “Nossa relação com a nova diretoria da CBF tem sido muito respeitosa desde o primeiro momento. O presidente Samir e os vice-presidentes têm demonstrado atenção e compromisso com os clubes da Série D”, afirmou.
Um dos principais pontos da pauta do encontro será a solicitação de uma cota extra de participação e a implementação do árbitro de vídeo (VAR) em todas as fases do mata-mata da competição. “Consideramos o VAR essencial para garantir a lisura dos confrontos decisivos. Isso é vital para o bom andamento da Série D”, defendeu o dirigente.
Outro tema relevante que será levado à CBF é a reformulação do formato da Série D. Há duas propostas em discussão: a primeira prevê a ampliação da divisão para incluir mais clubes e garantir calendário para os melhores colocados no ano seguinte; a segunda sugere a criação de uma nova divisão — a Série E — a partir de 2027.
Pelo modelo proposto, a Série D passaria a contar com 32 clubes classificados da primeira fase, disputando uma segunda fase semelhante à atual Série C. Já a nova Série E seria composta inicialmente por 64 equipes. A medida visa oferecer sustentabilidade aos clubes tradicionais que hoje sofrem com a limitação de calendário.
“Atualmente, todos os clubes entram na Série D praticamente rebaixados, porque, se não conseguirem o acesso, ficam sem calendário no ano seguinte. Isso aconteceu com clubes históricos como o Paraná Clube, o que é extremamente prejudicial para o futebol brasileiro”, explicou Siqueira.
Apesar de as mudanças ainda não valerem para o calendário de 2026, o presidente do ASA acredita que avanços significativos estão por vir. “Temos certeza de que a comunicação com a CBF continuará produtiva e que teremos novidades importantes para 2027”, concluiu.
*Estagiário sob supervisão
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