Brasil
Cerca de 70 mil famílias receberão sementes de mamona de graça
A distribuição das sementes já começou e faz parte do programa Petrobrás Biocombustível<br />
14/10/2011 07h07
Assim, a produção de mamona surge como alternativa de renda agrícola para o semiárido nordestino por ser uma cultura resistente à seca e por absorver forçar de trabalho familiar, gerando emprego permanente e desenvolvimento social. A distribuição das sementes já começou e faz parte do programa Petrobrás Biocombustível (PBio), que atenderá aproximadamente 70.000 famílias, seguindo as diretrizes do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, do Governo Federal. As sementes foram produzidas pela Embrapa Transferência de Tecnologia. Até janeiro do ano que vem será entregues 340 toneladas de sementes de mamona das cultivares BRS Nordestina e BRS Paraguaçu.
Da mamona, aproveita-se quase tudo, já que o óleo extraído de suas sementes é matéria-prima para a fabricação de produtos elaborados como biodiesel, plásticos, fibras sintéticas, esmaltes, resinas, lubrificantes e próteses. Como subproduto da industrialização da mamona, obtém-se a torta, que possui a capacidade de restaurar terras esgotadas. Por tudo isso, esse vegetal, que não entra na cadeia alimentícia, pode ser considerado um “petróleo verde”. Com a mistura compulsória de biodiesel no combustível diesel, a mamona foi um dos produtos escolhidos pelo Governo Federal como uma das matérias-primas prioritárias do programa biodiesel devido à geração de emprego e renda em regiões pouco favorecidas do país, como é o caso do Nordeste, uma vez que essa cultura envolve uma grande parte de agricultores familiares.
De acordo com dados da Conab de 2011, a produtividade média nacional da mamona está em torno de 644 kg/ha e a safra 2010/2011 aponta uma produção de 142,3 mil toneladas. Essa baixa produtividade observada no País deve-se, em partes, ao uso de sementes de baixa qualidade que são multiplicadas pelos próprios agricultores. Essa prática aumenta a heterogeneidade da espécie e geralmente apresenta baixa produtividade.
Para a solução desse problema, o programa Petrobrás Biocombustível distribuirá aos agricultores uma média de cinco quilos, que é suficiente para o plantio de um hectare, de sementes das cultivares BRS Nordestina e BRS Paraguaçu, ambas desenvolvidas pela Embrapa. O programa ainda oferecerá Assistência Técnica e compra garantida, por meio de contrato com as cooperativas de produtores. Depois que a Petrobrás adquirir o óleo bruto de mamona diretamente de agricultores familiares, realizará o pré-tratamento na unidade de Candeias na Bahia e o transformará em óleo refinado.
Quem quiser mais informações sobre a distribuição de sementes é só fazer contato com o Escritório de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia em Campina Grande, na Rua Osvaldo Cruz, 1.143, Centenário. Caixa Postal 174. CEP – 58.107-720 – Campina Grande (PB)Fone: (83) 3341-2314 ou no E-mail: [email protected]
Da mamona, aproveita-se quase tudo, já que o óleo extraído de suas sementes é matéria-prima para a fabricação de produtos elaborados como biodiesel, plásticos, fibras sintéticas, esmaltes, resinas, lubrificantes e próteses. Como subproduto da industrialização da mamona, obtém-se a torta, que possui a capacidade de restaurar terras esgotadas. Por tudo isso, esse vegetal, que não entra na cadeia alimentícia, pode ser considerado um “petróleo verde”. Com a mistura compulsória de biodiesel no combustível diesel, a mamona foi um dos produtos escolhidos pelo Governo Federal como uma das matérias-primas prioritárias do programa biodiesel devido à geração de emprego e renda em regiões pouco favorecidas do país, como é o caso do Nordeste, uma vez que essa cultura envolve uma grande parte de agricultores familiares.
De acordo com dados da Conab de 2011, a produtividade média nacional da mamona está em torno de 644 kg/ha e a safra 2010/2011 aponta uma produção de 142,3 mil toneladas. Essa baixa produtividade observada no País deve-se, em partes, ao uso de sementes de baixa qualidade que são multiplicadas pelos próprios agricultores. Essa prática aumenta a heterogeneidade da espécie e geralmente apresenta baixa produtividade.
Para a solução desse problema, o programa Petrobrás Biocombustível distribuirá aos agricultores uma média de cinco quilos, que é suficiente para o plantio de um hectare, de sementes das cultivares BRS Nordestina e BRS Paraguaçu, ambas desenvolvidas pela Embrapa. O programa ainda oferecerá Assistência Técnica e compra garantida, por meio de contrato com as cooperativas de produtores. Depois que a Petrobrás adquirir o óleo bruto de mamona diretamente de agricultores familiares, realizará o pré-tratamento na unidade de Candeias na Bahia e o transformará em óleo refinado.
Quem quiser mais informações sobre a distribuição de sementes é só fazer contato com o Escritório de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia em Campina Grande, na Rua Osvaldo Cruz, 1.143, Centenário. Caixa Postal 174. CEP – 58.107-720 – Campina Grande (PB)Fone: (83) 3341-2314 ou no E-mail: [email protected]
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