Economia
Produção de mandioca apresenta aumento de 100% em quatro anos
APL traça panorama com resultados e avanços do setor na região do Agreste <br />
17/11/2011 06h06
* Um panorama da atuação do Arranjo Produtivo Local (APL) Mandioca do Agreste e seus de resultados na região foi apresentado, nesta quarta (16), para o secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico, Keylle André Lima, o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Eduardo Setton, e o presidente da Câmera Setorial Estadual da Mandioca e Derivados, Eloísio Júnior. Na ocasião, foram pontuados os avanços alcançados na melhoria da produção e os principais gargalos ainda encontrados na cadeia produtiva da mandioca.
Segundo o gestor do APL Mandioca, Nelson Vieira, em quatro anos a produtividade da raiz no Agreste alagoano teve um aumento de 100%. “Esse resultado satisfatório foi possível a partir do intenso trabalho de melhoria na qualidade do produto por meio de capacitações, oficinas e consultorias nas casas de farinha”, explicou Nelson Vieira. A partir do investimento em capacitações e consultorias, por meio do Sebrae/AL, as casas de farinha aperfeiçoaram questões relacionadas à higienização, logística e comercialização.
A mandioca e os diversos produtos derivados da raiz, como bolos e biscoitos, por exemplo, suprem demandas internas e externas. Além da venda através das Compras Governamentais pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do fornecimento para a merenda escolar, o escoamento da produção se dá por meio de nove redes de supermercados e da exportação para estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.
Os principais gargalos apresentados foram a carência de uma estrutura de armazenamento dos produtos da agricultura familiar, assistência técnica permanente e um laboratório localizado dentro do Estado para a análise química, física e bactereológica dos produtos comercializados, atualmente realizadas em Brasília. Há também a preocupação com o aumento do mercado interno. “A produção da mandioca é muito grande, são 324 mil toneladas por ano, e 60% dela é comercializada com os estados de Sergipe e Pernambuco”, destacou Nelson.
Para o secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico, Keylle Lima, “uma das principais ações que o Governo do Estado desempenha para aumentar o mercado interno é a atração de investidores e indústrias para Alagoas, atividade que vem sendo realizada de modo eficiente, além do apoio substancial ao pequeno empresário local”.
O APL Mandioca do Agreste é coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) em parceria com o Sebrae/AL.
Segundo o gestor do APL Mandioca, Nelson Vieira, em quatro anos a produtividade da raiz no Agreste alagoano teve um aumento de 100%. “Esse resultado satisfatório foi possível a partir do intenso trabalho de melhoria na qualidade do produto por meio de capacitações, oficinas e consultorias nas casas de farinha”, explicou Nelson Vieira. A partir do investimento em capacitações e consultorias, por meio do Sebrae/AL, as casas de farinha aperfeiçoaram questões relacionadas à higienização, logística e comercialização.
A mandioca e os diversos produtos derivados da raiz, como bolos e biscoitos, por exemplo, suprem demandas internas e externas. Além da venda através das Compras Governamentais pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do fornecimento para a merenda escolar, o escoamento da produção se dá por meio de nove redes de supermercados e da exportação para estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.
Os principais gargalos apresentados foram a carência de uma estrutura de armazenamento dos produtos da agricultura familiar, assistência técnica permanente e um laboratório localizado dentro do Estado para a análise química, física e bactereológica dos produtos comercializados, atualmente realizadas em Brasília. Há também a preocupação com o aumento do mercado interno. “A produção da mandioca é muito grande, são 324 mil toneladas por ano, e 60% dela é comercializada com os estados de Sergipe e Pernambuco”, destacou Nelson.
Para o secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico, Keylle Lima, “uma das principais ações que o Governo do Estado desempenha para aumentar o mercado interno é a atração de investidores e indústrias para Alagoas, atividade que vem sendo realizada de modo eficiente, além do apoio substancial ao pequeno empresário local”.
O APL Mandioca do Agreste é coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) em parceria com o Sebrae/AL.
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