Alagoas
APL de Plantas Medicinais e Fitoterápicos será discutida em oficina
20/03/2013 13h01
Os integrantes do Comitê Gestor do Arranjo Produtivo Local (APL) para Produção de Plantas Medicinais e Fitoterápicas de Alagoas participam, nesta sexta-feira (22), de uma reunião de Planejamento Estratégico. O encontro acontece às 14 horas, no auditório da Gerência do Núcleo de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em Maceió.
Na ocasião, será discutida a execução do projeto, assim como as medidas prioritárias para a viabilização da APL de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Segundo o coordenador do comitê, Alexandre Correia, a oficina terá a participação de todos os parceiros do arranjo, a exemplo da Secretaria de Estado do Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplande) e do Sebrae.
Ele destaca que o APL tem como objetivo corroborar com a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Política de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e do Plano Brasil sem Miséria. “Tudo isso com a valorização e a garantia do acesso ao uso correto de plantas medicinais, com geração de renda na agricultura familiar”, destacou Alexandre Correia.
O arranjo pretende identificar e formar parcerias com órgãos estaduais e municipais, instituições de ensino e entidades de fomento à comercialização e ao desenvolvimento tecnológico, capacitando profissionais de saúde e sensibilizando a sociedade. Outro objetivo é baratear os custos com medicamentos no âmbito da atenção primária.
A iniciativa deve qualificar, ainda, os integrantes já existentes no APL de Horticultura de Alagoas e as populações indígenas e quilombolas. Ela também deve criar uma estrutura que contemple desde o cultivo até a industrialização, com vistas a auxiliar no desenvolvimento socioeconômico do Estado e dos municípios e das pessoas envolvidas.
Até agora, já aderiram ao Arranjo Produtivo Local as cidades de Marechal Deodoro, Palmeira dos Índios, Coruripe, Maceió e Arapiraca. O APL conta com a parceria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e terá o investimento total de R$ 1,4 milhão.
“O desafio é gerar renda e alavancar a possibilidade de desenvolver alta tecnologia na área da indústria farmacêutica em Alagoas, beneficiando a política pública de saúde na assistência farmacêutica. Com este projeto, também pretendemos possibilitar uma nova probabilidade de crescimento nas esferas estadual e municipal”, destaca o coordenador do comitê gestor.
Na ocasião, será discutida a execução do projeto, assim como as medidas prioritárias para a viabilização da APL de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Segundo o coordenador do comitê, Alexandre Correia, a oficina terá a participação de todos os parceiros do arranjo, a exemplo da Secretaria de Estado do Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplande) e do Sebrae.
Ele destaca que o APL tem como objetivo corroborar com a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Política de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e do Plano Brasil sem Miséria. “Tudo isso com a valorização e a garantia do acesso ao uso correto de plantas medicinais, com geração de renda na agricultura familiar”, destacou Alexandre Correia.
O arranjo pretende identificar e formar parcerias com órgãos estaduais e municipais, instituições de ensino e entidades de fomento à comercialização e ao desenvolvimento tecnológico, capacitando profissionais de saúde e sensibilizando a sociedade. Outro objetivo é baratear os custos com medicamentos no âmbito da atenção primária.
A iniciativa deve qualificar, ainda, os integrantes já existentes no APL de Horticultura de Alagoas e as populações indígenas e quilombolas. Ela também deve criar uma estrutura que contemple desde o cultivo até a industrialização, com vistas a auxiliar no desenvolvimento socioeconômico do Estado e dos municípios e das pessoas envolvidas.
Até agora, já aderiram ao Arranjo Produtivo Local as cidades de Marechal Deodoro, Palmeira dos Índios, Coruripe, Maceió e Arapiraca. O APL conta com a parceria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e terá o investimento total de R$ 1,4 milhão.
“O desafio é gerar renda e alavancar a possibilidade de desenvolver alta tecnologia na área da indústria farmacêutica em Alagoas, beneficiando a política pública de saúde na assistência farmacêutica. Com este projeto, também pretendemos possibilitar uma nova probabilidade de crescimento nas esferas estadual e municipal”, destaca o coordenador do comitê gestor.
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